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Vontade

Já não mais quero ser parte do que nunca fui. Já nem tenho mais tempo para tantas futilidades, busco encontrar em mim a paz que nunca encontrei em vós.

Quando os dias estiverem curtos e minhas lágrimas secarem de quem me lembrarei?

Se a mim não for dado o dom da imortalidade porque aqui estou?

Nada mais faz sentido, porém ainda preciso entender o significado do que é fazer sentido.

Será?

Será que o amor é a resposta? Será que a religião?

Você acredita na palavra mito? Se alguém pudesse contar uma mentira tão grande que nunca descobririam a verdade quem seria? E se esse alguém fosse um país? Qual país seria?

Quando você puder se desprender das raízes da língua natal, quando puder se desfazer da cultura local e jogar no lixo sua religião, quando finalmente compreender que você nunca foi escravo do dinheiro, mas das pessoas que criaram o dinheiro, que nunca foi escravo da fé, mas das pessoas por trás de sua fé, que nunca foi escravo da ignorância, mas das pessoas por trás das palavras que deram origem ao mundo que você acredita existir, quando isso acontecer você finalmente vai se libertar das correntes que lhe mantiveram nessa prisão.

Ignorância nunca foi uma benção, é na verdade uma arma que controla a sua pessoa. Se fosse rezar agora, meu segundo pedido seria que essa nação de tolos finalmente acordasse. Quanto ao primeiro? … outro dia falamos sobre isso.

Meu conselho seria leia: Leia muito, leia ao dormir e ao acordar, leia nos intervalos do trabalho, busque outras perspectivas, outras visões: Você acha que esse é o jeito certo? Encontre pessoas que acham o contrário. Abra sua mente, expanda seus horizontes, mas tome cuidado. Quem caminha por muito tempo ao lado de um rio acaba molhando os pés (ou pior).

Se você acha que é um bom leitor reveja seus conceitos. Eu achava que era um. Hoje tenho uma velocidade máxima de 800wpm e média de 500wpm, apesar de ser muito melhor do que os tempos em que pensava ser um bom leitor, sei que estou longe de ser um deles. Apesar do Sprint Reader soprar em meus olhos essa frase que soa como um elogio:

Did you know?
It would take you approximately 59 minutes to read F. Scott Fitzgerald’s The Great Gatsby at your current words per minute (WPM)! How does that make you feel?
Disclaimer: This is a true and fun fact.

 

Mito; alegoria; parábola;

Em certo sentido essas palavras tem o mesmo significado. Qual a melhor forma de passar ensinamentos para crianças? Exemplos. Histórias que não aconteceram, mas que de certa forma criam uma ilusão no ouvinte, possibilitando a compreensão mais rápida do que se pretende ensinar.

Um bom manipulador sabe (um bom leitor é um ótimo manipulador): A melhor maneira de dominar as pessoas é através da mente. Uma boa história.

Platão deixou recado, pediu pra não mostrar a luz para as crianças, afinal das contas quem possui a luz pode acabar sendo “morto” (aspas bb, interprete como quiser). Nesse mundo de loucos, muitas vezes nos deixamos seduzir pela ilusão dos sentimentos e tentamos mostrar a luz aos que amamos: A história se repete. Gênios queimados na fogueira, escondidos na solidão das universidades ou apagados pela mediocridade humana.

Não é como você acredita, não é como te contaram, não é assim que as coisas realmente são. Está na hora de acordar, sair da bolha que você esteve vivendo todos esses anos, como uma nação de escravos pode ser tão tola?

Se a verdade fosse um livro quantas palavras ele teria? Provavelmente se juntassem as histórias de todos os povos, ainda assim não seria suficiente pra formar a sinopse da verdade. Vou deixar uma lenda para concluir:

Cook Ding was cutting up an ox

Cook Ding (Ting) was cutting up an ox for the King Wén-huì. Whenever he applied his hand, leaned forward with his shoulder, planted his foot, and employed the pressure of his knee, in the audible ripping off of the skin, and slicing operation of the knife, the sounds were all in regular cadence. Movements and sounds proceeded as in the dance of ‘the Mulberry Forest’ and the blended notes of ‘the King Shâu.’

The King said, ‘Ah! Admirable! That your art should have become so perfect!’

Having finished his operation, the cook laid down his knife, and replied to the remark, ‘What your servant loves is the method of the Dào (Tâo), something in advance of any art. When I first began to cut up an ox, I saw nothing but the entire carcase. After three years I ceased to see it as a whole. Now I deal with it in a spirit-like manner, and do not look at it with my eyes. The use of my senses is discarded, and my spirit acts as it wills. Observing the natural lines, my knife slips through the great crevices and slides through the great cavities, taking advantage of the facilities thus presented. My art avoids the membranous ligatures, and much more the great bones.

‘A good cook changes his knife every year;– it may have been injured in cutting; an ordinary cook changes his every month;– it may have been broken. Now my knife has been in use for nineteen years; it has cut up several thousand oxen, and yet its edge is as sharp as if it had newly come from the whetstone. There are the interstices of the joints, and the edge of the knife has no appreciable thickness; when that which is so thin enters where the interstice is, how easily it moves along! The blade has more than room enough. Nevertheless, whenever I come to a complicated joint, and see that there will be some difficulty, I proceed anxiously and with caution, not allowing my eyes to wander from the place, and moving my hand slowly. Then by a very slight movement of the knife, the part is quickly separated, and drops like a clod of earth to the ground. Then standing up with the knife in my hand, I look all round, and in a leisurely manner, with an air of satisfaction, wipe it clean, and put it in its sheath.’

The King Wén-huì said, ‘Excellent! I have heard the words of my cook, and learned from them the nourishment of our life.’

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Quem muito pensa nada faz, dizem por aí. Quem pensa entende isso, mas é claro acredita estar errado. Afinal das contas refletir demasiadamente cria na pessoa a sensação de angústia ao fazer algo que considera imperfeito. Assim fica, ponderando o tempo todo, tentando encontrar a forma correta de fazer o que lhe é fadado. Quem pouco pensa muito faz, mas faz errado dizem os pensantes, ainda assim o faz e cria-se o mérito.

 

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Loucura

Cada vez me sinto mais louco. Mas não sinto apenas que eu estou passando dos limites entre a sanidade e a loucura, sinto que várias pessoas também estão. Tudo é um jogo, no fim das contas o que vai te levar a esse ou àquele lugar é o seu desempenho em campo.

Hoje tentei me aproximar dela outra vez. Delas pra falar a verdade. Na verdade quando estávamos juntos nunca pensei que iria sentir a sua falta. Eu percebo que desde o começo nunca estive interessado de verdade em você, eu queria é provar pra mim mesmo que nunca mais alguém iria me magoar. E provei! Pelo menos naquele instante. Nunca nem te dei valor, fiz o que eu pensava ser melhor pra mim e sempre te deixei em segundo lugar, no final de algum jeito que não entendo descobri que realmente gostava de você. O problema é que não percebi que eu havia sido fisgado e nem você percebeu, como já tínhamos acabado não há como voltar pra dizer que você conseguiu, que eu me apaixonei. Só pelo seu jeito acredito que nunca saberá, deve pensar ainda que sou ruim contigo e que só faço as coisas pensando em mim. Queria que você soubesse, sem precisar eu te dizer, que eu poderia sim fazer tudo aquilo que você queria e até mais, em prol de poder caminhar ao seu lado durante algum tempo. Eu que nunca fui de fazer promessas hoje faria promessas idiotas. Mas é bom que  essa situação imaginária jamais vá acontecer. Dessa forma eu não faço papel de bobo e passo vergonha. Prefiro deixar em sua mente a imagem do cara egoísta do que a do bobão. Ao menos o primeiro tem orgulho próprio. E que Deus me ajude, preciso dar mais valor ao meu.

OK! Prometo, vou me restringir mais.

Vamos às prioridades, agora é tempo de lapidar minhas habilidades. Preciso parar com as coisas erradas que tenho feito e focar nas árduas e monótonas tarefas necessárias para adquirir destreza. Para algumas coisas é preciso treino, disciplina e paciência. Lembra do mantra? Paciência, disciplina, sabedoria, inteligência e foco!

Eu tenho feito há algum tempo certa distinção entre os termos sabedoria e inteligência. O primeiro é mais culto, antigo e parece apontar para conhecer, saber… Logo, em minha opinião, ter sabedoria, ou seja, saber das coisas, nem sempre significa que você vai usá-la a seu favor. Para isso é preciso que tenha-se também inteligência.

Lapidar as habilidades.

Sair do ciclo vicioso e se concentrar no processo.

Não será simples, mas preciso conseguir. Lembre-se de dar valor ao que recebeu de bom, de retribuir as boas ações e plantar boas sementes. Regar pode parecer moroso, porém trará compensações satisfatórias. E cumpra com suas promessas! Falar e fazer. Fazer mais do que falar. É melhor manter essa boca fechada. Assim ao menos você para de se comprometer.

Foco, disciplina, paciência, sabedoria e inteligência!

Loucura? É… parece mesmo que já atingi os limites da sanidade.

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Newton de humanas?

Será que Newton sabia que suas leis poderiam ser utilizadas também para argumentações humanas?! Afinal, sempre que pensa-se em Newton a primeira coisa que nos vêm à mente é a física, as mecânicas da vida. Exatas.

Enquanto vivem os seres procuram atingir seu ápice, tudo que se faz antes ou depois são meras ondas geradas em reflexo desse ápice. Plantas que precisam ser regadas e levadas a tratamentos específico a fim de acumular nutrientes e dar origem a um fruto ou uma flor. Animais, que precisam ser submetidos a condições únicas a fim de atingir o melhor de sua raça.

O fruto dessa linha argumentativa é um raciocínio sobre a importância de fazer sua parte a fim de atingir seus objetivos. Desejar é necessário, porém agir é fundamental. Como exemplo podemos imaginar um homem que queira ser médico em razão da remuneração financeira, do poder de persuasão, do valor de sua pessoa no meio da sociedade. Esse homem necessitará em certo ponto de sua vida colocar esforços sobre coisas de forma que em N anos consiga atingir a posição desejada.  Desejar é provocar uma sensação de prazer em nosso ser através da realização de uma situação imaginária. A primeira coisa que se vê é a situação imaginária, a “reação”. Com o objetivo de satisfazer o desejo de realização daquela cena imaginária o ser humano se move, ou seja, ele age! O fruto do desejo é a reação, porém quem gera esse momento é a ação.

A ação é o passo realizador. Ações de longo prazo são as melhores, porém ao mesmo tempo as mais desafiadoras. Melhores porque uma ação de longo prazo pode envolver, por exemplo, a absorção de diversos elementos no consciente, passando a atender requisitos para receber determinada recompensa, logo quanto maior a quantidade de requisitos maior é a recompensa. E desafiadora porque ao seguir a vida, fazendo um curso por exemplo de 4 anos para concluir uma faculdade, o homem pode se perder no meio do caminho, dando prioridades a coisas erradas que no fim impactam diretamente o tempo de absorção de tal requisito.

É preciso tomar decisões conscientes sobre ações de longo prazo, compreendendo cada elemento do acaso, como uma variável de risco em tal ação. Variáveis de risco podem comprometer o objetivo, uma mulher que está absorvendo diversas ações a fim de provocar determinada reação pode, por exemplo, ser surpreendida com um homem que desperte os seus interesses. Esse acontecimento é uma variável de risco, pois as consequências dessa “ação” não planejada vão ter efeitos sobre a ação planejada. Ela pode acabar por exemplo, com um filho na barriga e o curso cancelado. Mesmo que isso gere um casamento e uma vida cheia de felicidades como consequência, a reação que se havia planejada foi afetada e prejudicada. Claro que nem todas as ações de risco vão prejudicar totalmente a reação esperada pela ação de longo prazo, porém é fato que todas irão interferir de certa forma.

Sei lá!

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Hey sunshine!

 

E se as coisas não forem nada disso que eles falam pra gente?

E se as fotos, as pessoas dessa foto, forem na verdade guerreiros que morreram lutando por alguma seita?

Eu preciso entender que sou apenas um humano no caminho da compreensão, que sou apenas mais um tentando entrar em comunhão com meu corpo, com meus pensamentos, comigo mesmo. E que nessa comunhão passo a senti todas as coisas à minha volta. Talvez viver ou morrer nunca tenha sido realmente do jeito que nós pensávamos. Que nossa identidade seja a coisa mais importante na verdade. Que nossas vidas, nossos dias, nosso interior, precise evoluir.

Crianças, homens, deuses.

Livros e lendas, contos e histórias, visão e televisões. Imagens que nos enganam.

Quem garante que você não está vivendo no meio de uma ilusão? Se sentindo superior em um mundo de tolos, mas sem vontade de fazer o que é preciso para resolver as coisas à sua volta. E no fundo você sabe o jeito certo, pode mentir pra quem quiser, mas se fizessem do SEU jeito, você sabe que teria dado certo. O problema é que você está sempre se escondendo, não tem coragem de fazer o que é necessário pra ganhar esse poder de decisão, de chegar onde é necessário para que sua palavra seja a final. Como eles lutaram os homens do passado? Você sempre achou que se nascesse em outro tempo, antes de criarem as algemas da sociedade contemporânea, teria feito o que é necessário para criar um futuro pacífico, mas não é apenas uma ilusão que você está vivendo? Mentindo pra si mesmo? Ou vai me dizer que nunca pensou que aqueles do futuro dirão o mesmo sobre você agora, preso nessa linha do tempo chamada passado, e repetirão palavras e suspiro sentindo que se tivessem nascido no SEU tempo teriam feito a coisa certa?

É preciso que você veja que o aqui, o agora, esse momento qu você está vivendo é uma oportunidade única, que muitos gostariam de ter vivido, porém é você quem está sentindo esse momento único. Acorda criança! O relógio vai bater, as horas estão passando, é hora de você levantar o corpo pesado desse objeto que lhe conforta e lutar. Tire as algemas imaginárias, evoque o seu poder.

Não faça isso mansamente, faça com a soberania de um imperador, com a presença do rei das selvas, com a onipotência de um deus.

Rasgue o véu da realidade. Destrua as lentes falsas que lhe impedem de ver.
Acorde!

Nota
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Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.
(Paulo Freire)

Mas se a educação for libertadora ele deixará de se tornar um opressor? Não. Muito pelo contrário, tudo na vida é um ciclo, o homem educado sabe que em vida a escolha é ser presa ou predador, cabe a ele escolher que tipo de predador será ou se acovardar. Mas o fim do covarde é o desgosto e a solidão. Não existe uma sociedade que possa funcionar sendo 100% íntegra, honesta e decente. O homem que gasta toda a vida lutando por um sonho tolo como “igualdade” tende a atrasar o avanço da sociedade. Em um modelo de sociedade evoluída todos os membros precisam ter consciência do seu valor para o funcionamento da mesma, respeitar que outros possuam maior valia, seja baseada em poder cultural, intelectual ou militar e contribuir com a sua parte, mesmo sendo fruto de algum tipo de injustiça.

Para o Brasil evoluir é necessário consciência. Nós, indivíduos, precisamos passar a ter consciência do papel que precisamos exercer na sociedade e passar a colocar a pátria acima dos interesses pessoais. Para uma pátria forte é necessário que as religiões se comprometam, que os educadores tornem-se modelos para seus alunos, que os artistas acendam as chamas no coração dos fãs. É preciso ainda que os pais abracem a causa, que as famílias entendam as vantagens de se esforçar em prol da nação. Assim sendo, teremos um país mais educado, que em 10 ou 20 anos formará uma geração de jovens que acreditam, de engenheiros que são sérios, de doutores que estão na profissão por amor a vida, de políticos que se comprometem com a sociedade, de jogadores que incentivam a saúde e os estudos, de profissionais que cumprem a sua obrigação e respeitam o valor do próximo.

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O lado de lá da cerca…

Rain of Sakura!

Uma boa música pra começar, pra acender as brasas estocadas no fundo da alma.

Está fazendo o quê? Deixa no automático vai… me escuta um pouco. Imagine só esse momento, estou aqui, você aí. Desliga vai “tudo a sua volta”, me sente, a minha voz, o som saindo pelas caixinhas, o calor da manhã, as feridas na pele.

A muitos anos que me sinto queimando incessantemente, como se eu estivesse tão machucado que seria impossível curar. As dores de coisas que eu fiz, coisas que eu consegui, mas perdi, de sonhos, de arrependimentos, de pecados.

Os lugares que passo estou sempre assim, aquele cara que quer, aquele que está vivendo pelo amanhã, não pelo hoje, e isso me desorienta sabe? Me machuca. Porque eu também já fui, em algum momento, a pessoa que viveu o agora, intensamente. E acredito que me faz bem, entende? O intenso, o agora, a paixão, o amor,  a caridade. E não me arrependo das coisas que errei naqueles dias, porque foram experiências que me marcaram.

Uma coisa que me deixa sem ar, com medo, era a água. Ewww! Dá até um nó na barriga. Faltava aula pra ir nadas na Bica com meus amigos, eu e o Diego. Nem sabíamos nadar, aprendemos lá, sozinhos. Duas crianças no meio do mato, fugindo da escola, em lugar nenhum. E se um morresse? Nem pensávamos nisso. “Comigo não vai acontecer”, tínhamos a confiança, as bolas de aço, a fé, “minha família serve a Deus”, pensávamos, e tudo enfrentávamos sem medo.

Aprecio a sensação de me perder no meio de um rio, num dia frio e chuvoso, águas negras, mato para os dois lados e uma conexão direta com a terra, com seus amigos, com a vida, com os animais. Sem tecnologia, sem livros, sem aparatos modernos, sem música, sem nada. Só o som da água caindo do céu, a sensação de que nunca vai chegar lá, o risco. A noite chegando.

Amorinhas! Outra coisa que amo. Comia sentado nos galhos, as mãos manchadas de roxo, ficava a marca das frutinhas. Eu, o Bila, o Cuca. A noite chegando, o vizinho gritando, a mocinha encantada no outro lado, no castelo que na verdade era um AP.

Ahhh! O motivo pelo qual comecei a escrever foi devido a esse mundo cinza  que me cerca agora, entende?

Aí passei a imaginar, como será o mundo pelos olhos de outra pessoa? Tipo, talvez tudo que eu veja cinza, meu amigo ali do lado esteja vendo colorido. Talvez a branco pra ele é um azul, e será que quando eu digo amor, você aí não pode ler como saudade? Talvez esperança? Quem sabe ainda segurança.

Tudo tem um outro lado, o jeito que eu vejo e o seu também. Aquela cebola que lhe arranca lágrimas pode ser a mesma que deixou o meu bife maravilhoso. Cada coisa provoca uma sensação diferente em diferentes pessoas, deixa um sentimento, uma conexão, uma saudade. A maneira que você lembra daquele evento é diferente da minha, o que te marcou e o que marcou a mim, são outros elementos… entende?

Aqui está tocando um piano: “The Song Of The Night Sky“. Eu costumo deixar no automático sabe? Cada som nos leva a lugares diferentes, vou escutando e sentindo as notas tocarem a minha alma. Como se fossem gotas d’água no oceano. E esse é claro sou eu.

O que você pensa de mim?

Quero muito saber. Quero muito te ter nos meus braços. Vou bater em suas costas? Ou apertar suas mãos? Vou beijar o seu rosto ou os seus lábios? Vou ser antipático ou apegado? Fomos feitos um pro outro ou…

Não sei.

Quero muito saber a resposta.

O que você pensa de mim?